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O próximo capítulo
da logística mineira.

Terminal de Cargas do Paraopeba e duplicação da AMG-155: dois projetos para dar vazão ao crescimento da Serra Azul e consolidar, junto ao TCS, o maior polo logístico de Minas Gerais.

~29 mi toneladas por ano Capacidade de carga projetada para o Terminal de Cargas do Paraopeba.
27,2 mi t/ano até 2030 Projeção de volume da Serra Azul, ante 20 milhões de toneladas por ano hoje.
AMG-155 duplicação Projeto em parceria com o DER-MG e estudos com a Universidade de São Paulo.
01 — Cenário futuro

Cenário Futuro

Os projetos de expansão da mineração na região da Serra Azul indicam aumento expressivo de volume. O patamar atual de 20 milhões de toneladas por ano tem projeção de chegar a 27,2 milhões até 2030.

Volume atual 20 mi toneladas / ano
Projeção até 2030 27,2 mi toneladas / ano · +36%
Mapa do complexo de minerações da Serra Azul e sua ligação com o TCS Mapa regional com a posição do TCS, do TCP e das minas da Serra Azul
Vista aérea da área do futuro Terminal de Cargas do Paraopeba
02 — Novo terminal

Terminal de Cargas do Paraopeba

Os terminais TCS e TCP, em conjunto, formam o maior polo logístico do Estado de Minas Gerais.

Imagem de satélite com o perímetro do Terminal de Cargas do Paraopeba
TCP · Concepção

Cerca de 29 milhões de toneladas por ano.

Para responder à demanda projetada, os sócios do TCS desenvolveram um novo terminal, denominado Terminal de Cargas do Paraopeba (TCP), com capacidade de carga de aproximadamente 29 milhões de toneladas por ano.

Fase 1Recebimento do produto via modal rodoviário
Fase 2Recebimento via mineroduto

A segunda fase, com mineroduto, reduz o tráfego de caminhões e o impacto do transporte do minério até o terminal.

Layout conceitual do TCP
Layout conceitual do Terminal de Cargas do Paraopeba com pátio, pêras ferroviárias e acessos
Carreta trafegando em rodovia
03 — Infraestrutura rodoviária

Duplicação da AMG-155

Projeto em parceria

Um fluxo rodoviário sustentável no longo prazo.

Para comportar o acréscimo de volume, o TCS desenvolveu um novo projeto em parceria com o DER-MG (Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais) para a duplicação da AMG-155.

Estudos e projetos realizados em conjunto com a Universidade de São Paulo demonstram que a ampliação da estrada torna o fluxo rodoviário até o TCS sustentável a longo prazo. A duplicação também gera desenvolvimento para Betim, Mário Campos e Brumadinho e melhora o acesso ao Instituto Inhotim.

Mapa com o perímetro do trecho da AMG-155 contemplado pela duplicação

Principais Benefícios

Mais exportação

Aumento da capacidade de escoamento de minério de ferro e cargas gerais pela malha ferroviária.

Fluxo rodoviário sustentável

Via duplicada dimensionada, com estudos da USP, para o acréscimo de volume até o TCS.

Desenvolvimento regional

Benefícios para Betim, Mário Campos e Brumadinho, com nova infraestrutura para moradores e visitantes.

Acesso ao Inhotim

Melhoria do acesso ao Instituto Inhotim, um dos principais destinos culturais do país.

Segurança viária

Separação de fluxos e mais capacidade, reduzindo pontos críticos de tráfego na região.

Mineroduto na fase 2

Recebimento do TCP via mineroduto, com menos caminhões nas estradas e menor emissão por tonelada.

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